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Nossos bruxos favoritos by @ma_fantini

Na infância, somos apresentados a uma personagem que será recorrente em nossa vida – pelo menos nos filmes, desenhos, livros e quadrinhos – que são as bruxas. Geralmente, elas nos são introduzidas pela Disney, já que são raros os seus desenhos que não tem uma delas no elenco. A primeira que conheci, se não me falha a memória, foi a Bruxa de Branca de neve. No início uma bela mulher que depois se transformou numa velha encarquilhada, com um nariz torto e coroado com uma imensa verruga, os olhos malévolos e a risada aterradora. Isto sem falar dos trajes: um chapéu longo e um vestido disforme, os dois negros. Esta imagem iria caracterizar todos os bruxos e bruxas de minha vida por um bom tempo.

Foram as bruxas dos gibis do Tio Patinhas que começaram a mudar minha imagem sobre a classe. Não tinha como não ser solidária à Madame Mim, atrapalhada e desajeitada, em sua eterna perseguição ao amado Mancha Negra. Na era bonita, mas era mais agradável de se ver. Sua parceira constante era a Maga Patalógica, cheia de charme e bonita, foi a primeira bruxa sedutora que conheci (claro, só percebi esta característica bem mais tarde).

Madame Mim e Maga

E foi a bruxinha Luísa, parceira do Gasparzinho, quem consolidou minha simpatia pelas bruxas. A loirinha, além de bonita, era boazinha. Mais tarde, ainda nos quadrinhos, conheci bruxas e feiticeiras ainda mais belas e poderosas: Feiticeira Escarlate, Zatanna, Ravena e muitas outras. Umas do bem e outras nem tanto. Estou sendo sexista! Nos quadrinhos encontramos alguns feiticeiros muito poderosos também (e muito bonitos): Constantine, Mandrake, Dr. Estranho, Fausto, Timothy Hunter, Klarion, Mago Shazam, Senhor Destino, Doutor Destino e muitos outros.

Na televisão também tivemos bruxas e bruxos que marcaram e influenciaram. Uma das primeiras de que me lembro é a Samantha Stephens, de “A Feiticeira” (o seriado, não aquele filme horroroso que fizeram), e sua torcidinha de nariz. Quem nunca tentou? Assistia as reprises da série e me divertia muito com aqueles bruxos tão humanos – preciso comprar as caixas desta série.

A feiticeira

Mais recentemente a televisão nos trouxe a simpática Sabrina (Aprendiz de Feiticeira) e as complicadinhas irmãs Halliwell (Charmed), além de Willow (Buffy) que desenvolveu seus poderes muitas temporadas depois na série. Nossa contribuição na telinha foi a Morgana (Castelo Rá-Tim-Bum), bem festiva e cantante, tivemos outras mas ela superou todas. Ah, e temos a Baratuxa (Chapolin), que trouxe novamente para a TV a imagem da bruxa de chapéu, narigão e vassoura.

Morgana - Castelo Rá-Ti-Bum

Bruxos na televisão são meio raros e não se destacam tanto, entretanto na telona eles predominam e mandam bem. A maioria migrada dos livros, como Gandalf (Senhor dos Anéis). Vamos começar pelas mulheres, e pelo filme “O Mágico de Oz”, com Glinda – a Bruxa Boa do Sul, e a perigosa Bruxa Malvada do Oeste. A segunda muito feia e a primeira o contrário: bela. E o que dizer da belíssima Gillian Holroyd (Kim Novak), em “Sortilégio de Amor”? Comédia antiga e que passava na Sessão da Tarde, com uma bruxa sedutora. Tivemos também o trio de beldades, Alexandra, Jane e Sukie, que apelam para a feitiçaria para espantar o homem “perfeito” que conjuraram em “As Bruxas de Eastwick”. Não podemos esquecer as irmãs Sally e Gillian Owens (Da Magia a Sedução), metidas em encrenca desde sempre. Temos diversas bruxas interessantes na série Harry Potter, mas vou citar só duas para não escrever um tratado: Hermione Granger e a Professora Mcgonagall. Num patamar diferente, temos a geladissima Feiticeira Branca (Nárnia), a pérfida Eva Ernst (Convenção das Bruxas), a traiçoeira Lamia (Stardut) e a tresloucada Bellatrix Lestrange (Harry Potter), todas extremamente maquiavélicas e cheias de maldade.

Minerva e Hermione - Harry Potter

Na televisão o predomínio é da mulheres, mas na telona o poder é dos homens. Podem até perder em número, mas jamais em poder. Os grandes magos proliferam no cinema, detendo o poder e comandando o circo. Já citei Gandalf, que era O Cinzento e se tornou O Branco, mas não custa repetir e ele merece este mimo. No mesmo nível de poder, temos Merlim (Excalibur e muitos outros), que ganhou diversas versões no cinema, mas seu poder permanece inabalável. Na telona vimos todos os tipo de magos, tivemos Tim O Encantador (Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado), Mickey Mouse (Fantasia) e até a fraude conhecida como Mágico de Oz (ele merece estar aqui só por ter conseguido enganar todos em Oz, isto já foi uma mágica). Outro feiticeiro interessante era o Dr. Lao (As Sete Faces do Dr. Lao), que personificava todas as atrações de seu circo. Como menção honrosa, já que está num de meus filmes favoritos, quero citar High Aldwin (Willow – Na Terra da Magia), mentor de Willow. Novamente temos Harry Potter e sua imensa lista de bruxos marcante, ficarei com dois: Dumbledore e Snape. E no lado negro da magia temos uma galeria poderosa: Saruman (Senhor dos Anéis), Jareth (Labirinto), Voldemort (Harry Potter) e Gargamel (Smurf). De dar medo!

Gandalf e Saruman - O Senhor dos Anéis

Dr. Lao

Para encerrar, temos um feiticeiro que não soube enquadrar em nenhuma categoria. O cara está está lá para ajudar, mas prefere só dar enigmas: Mestre dos Magos (Caverna do Dragão). Não me entendam mal, eu gosto bastante do baixinho, só que ele podia ser menos carente e ajudar logo o povo a voltar para casa, não?

Abraços,
@ma_fantini

Pato Donald desde 1934… by @my_pandoras_box


Donald Fauntleroy Duck, ou melhor dizendo, o Pato Donald é um personagem criado por Walt Disney no ano de 1934.
Donald Duck é um pato branco, de pernas e bico alaranjados, veste sempre uma camisa e quepe de marinheiro. O motivo para isto é que na época em que foi feito, todos os personagens precisavam vestir roupas! (mas…e pq ele não usa calças?! #perguntasclássicas)>

O dublador:

Dublador Pato Donald

A famosa “voz” de Donald foi criada pelo dublador Clarence Nash que até então era apenas um homem vindo da zona rural de Watonga, Oklahoma. Ele tinha o dom natural para imitar animais, inclusive sons de patos. A voz que Nash criou para Donald consistia em falar palavras através de um tipo de “ruido”, feito com o canto da boca e os dentes molares, que lembrava o grasnado de um pato. Após Walt Disney o escutar recitando o poema Mary Tinha um Carneirinho (Mary Had a Little Lamb) [clássica!!! E que eu fico toda faceira de ouvir] com sua “voz de pato”, chamou-o para uma audição e imediatamente o contratou, adivinhando que havia escolhido a voz certa para o seu novo personagem!
Curiosidade: clássicos desenhos em que Huguinho, Zezinho e Luizinho aparecem, todos os três tem a mesma voz, feita também por Clarence Nash (porém mais fina que a de Donald), pois antigamente os três sobrinhos tinham a mesma personalidade, eles falavam e agiam juntos, e algumas vezes dizendo freses fragmentadas como: “Olá!” “Tio!” “Donald!”.

“Impressões” de Donald no Teatro Chinês em
Hollywood, feitas por Clarence Nash.

Em séries produzidas mais recentes como Duck Tales, e TV Quack Pack, os três sobrinhos tem personalidades diferentes uma da outra, e não falam todos com a mesma “voz de pato”.
Já a pata “Donna Duck” que aparece no curta Don Donald (1937) também foi dublada por Clarence Nash, somente em episódios posteriores a esse, a namorada de Donald, ganhou a sua própria voz, e recebeu o nome de “Daisy Duck”. Cabe ressaltar que Donna foi um protótipo da Margarida.

O personagem:

O pato Donald fez sua estréia em 9 de junho de 1934 no episódio The Wise Little Hen (lançado no Brasil com o título de “A Galinha Esperta”) da série “Sinfonias Tolas”. Até final de 1936, ele apareceu em vários desenhos do Mickey, ao lado de personagens como Pateta e Pluto. No ano seguinte, Donald estreou sua própria série animada ao lado de sua amada Margarida. O desenho era chamado Don Donald. Seus sobrinhos apareceriam um ano mais tarde, no episódio Os Sobrinhos de Donald.

“Pato Donald contra o Führer”:

Como muitos desenhos dos anos 30/40, época de grandes guerras e conflitos ideológicos, os Estúdios Disney também foram obrigados a mudar de estilo com a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial em 1942.
A produção de desenhos passou a integrar o esforço de guerra norte-americano, abordando a guerra como tema. Em 1942, foi feito um desenho de propaganda anti-nazista, chamado de “A Face do Führer”. Nesse desenho mostra Donald vivendo na Alemanha Nazista, onde ele é forçado a trabalhar em uma fábrica de produção em série de armamento bélico pesado e de fotografias de Hitler produzidas em série.

No entanto, o desenho mostra ainda uma certa ingenuidade dos seus produtores, com alguns furos como a crítica à produção em série (lembrar de Tempos Modernos e afins), algo comum nos Estados Unidos desde a década de 30. Em o “Espírito de 1943″, o Pato Donald é convencido a contribuir com parte do seu salário, para os altos impostos de guerra. Nesse desenho ele contracena com sua consciência dividida, gastadora e econômica, cujas aparências personificadas lembram os futuros Tio Patinhas e Gastão.

Além de Donald se mostrar contra o Nazismo (na imagem acima, um avião P-51 Mustang com a imagem do personagem), outros personagens como Popeye, Patolino, Mickey, O Gato Félix e tantos outros deixaram de lado as piadas do cotidiano, e passaram a mostrar conteúdo violento, usando armas e jogando bombas de avião, dentre outras coisas. É…nem sempre as coisas foram lindas como temos os desenhos hoje… [e é por isso que não critico tanto algumas cenas de desenhos e séries...a vida ‘animada’ já foi MUITO pior.]

Donald visita a América:


Donald participou de dois longas com temas dirigidos à América do Sul, -infelizmente com interesse estratégico para os militares; Saludos Amigos (Alô Amigos) de 1943, com o papagaio brasileiro Zé Carioca e The Three Caballeros (1944), com Zé Carioca, Donald e o mexicano Panchito “Pistoles”. [ e quem aqui não chorava de rir com as loucuras de Panchito, hein?! A cena da canção “The three caballeros” é algo memorável!!!]

Televisão, quadrinhos e afins…:

Na televisão, Donald esteve em DuckTales (1987-1990) e TV Quack Pack (1996-1997). Seus desenhos originariamente feitos para o cinema, passaram a ser exibidos em programas como O Point do Mickey (“The House of Mouse”), seu próprio programa a TV Quack que era exibido na Disney Channel.
Donald passou a ter “vida própria”, sem depender de Mickey, quando Carl Barks, ao ficar encarregado dos quadrinhos, resolveu adaptar uma história originariamente escrita para Donald, Mickey, Pateta e Pluto, desenhando-a apenas com Donald e seus sobrinhos: Donald Duck Finds Pirate Gold (“Donald Encontra o Ouro dos Piratas”). Ela foi publicada em 1942 e pertence à serie de revistas da Dell Comics chamada “Four Color”.

Nos jogos:

Além de fazer participações especiais em jogos, ele também foi/é protagonista de alguns.

Donald foi o personagem principal do jogo Quack Shot, para fliperama e mega drive (1991). Sendo um jogo de ação do tipo plataforma, você controla o rabugento pato em uma aventura à la Indiana Jones! Nosso querido pato também é protagonista da série de RPG Kingdom Hearts que eu vou começar a jogar, finalmente!, junto com Pateta e o menino Sora. Nesse jogo, ele é o mago da corte do rei Mickey. É um mago impetuoso e impaciente (novidade, né?) , que, a pedido do rei, acompanha Sora na sua jornada para encontrar o rei.
Por fim, no jogo Crash Twinsanity, nas ultimas fases, há uma música parecida com os sons que Donald faz quando esta com raiva. Vou procurar algo sobre… quero dar umas risadas :P

No Brasil:

Os quadrinhos protagonizados pelo Donald fizeram estréia no Brasil no Suplemento Juvenil de Adolfo Aizen em outubro de 1938.

Lançada em julho de 1950, a revista O Pato Donald (trocando o nome para Pato Donald de 1980 em diante), foi o marco inicial da Editora Abril, o que o torna o título de quadrinhos de mais longa publicação contínua no Brasil.
As revistas Zé Carioca, Tio Patinhas (inicialmente como Almanaque do Tio Patinhas) e Disney Especial são suas derivadas diretas.
Após o encerramento da produção de histórias aqui no Brasil, a Editora Abril se limitou a publicar quadrinhos de outros países, como a Itália. As produções italianas são alvo de críticas por sua suposta baixa qualidade mas, mesmo assim, são presença forte e constante nas revistas brasileiras ao longo das décadas.
Além de ter seu próprio título de quadrinhos, Donald foi capa do álbum de figurinhas Galeria Walt Disney (1976 e republicações), personagem no Grande Livro Disney (1977) e astro principal do Manual da Televisão (1982). – eu tenho o Manuel da Televisão! #feliz
—-
Por fim, como sempre deixo para vocês… algumas coisinhas para rir ou se impressionar!
No caso, tenho 3 observações, pois souvenirs, livros, revistas e afins, todos conhecem de alguma forma! ;)

1. DORGAS MANOLO!!!

“Mulher diz que ‘Pato Donald’ agarrou seus seios e quer US$ 200 mil”
A americana April Magolon, que mora no estado da Pensilvânia (EUA), entrou com um processo contra Disney World, no qual ela pede uma indenização de US$ 200 mil, porque teria sido molestada pelo “Pato Donald”, segundo reportagem da emissora “WFTV”. (Fonte da notícia: G1, em São Paulo.)
É, a emissora deveria ser W(T)FTV…

2. The Three Caballeros Song!

Como comentei antes, aqui está o vídeo das 3 criaturinhas juntas e divertindo os espectadores!

Se quiserem ver mais coisas legais, aqui tem o link da visita de Donald à Copacabana!

http://www.youtube.com/watch?v=a3Fit31LXDo

3. Árvore genealógica do Donald!

Podem conferir mais informações e a imagem em tamanho (grande) real nesse link!

Bem, espero que tenham gostado desse post interminável ;)
Pensem bem, podia ser ELE falando em vez de escrevendo!

Forte abraço!
@my_pandoras_box

Quem não ama a Magali ? by @my_pandoras_box

O pai da Turma:

Maurício Araújo de Souza nasceu em 27 de outubro de 1935, no interior de São Paulo.

Desde os 5 anos de idade já tinha interesse pelos quadrinhos (mesmo que ainda não soubesse ler eles) e, graças ao apoio dos pais e seu esforço em desenhar e entrar nesse mundo encantado de histórias coloridas e divertidas, temos a querida Turma da Mônica!
Vale lembrar que o primeiro personagem criado foi o Capitão Picolé, um baixinho cabeçudo todo branco e com capa.

Em 2010, no especial Lostinho, que fazia sátira do seriado americano Lost, eis que o Capitão Picolé reaparece transformado em um vilão que pretendia tomar o lugar da Turma da Mônica.

Em 1959, Maurício publica sua primeira tira, com a história de um menino e um cachorro, que seriam mais tarde Franjinha e Bidu. Ele teve sua grande oportunidade na Folha da Manhã, onde o cachorrinho da história era baseado em Cuíca, um Schnauzer que teve na sua infância. Já o menino, tinha influência de características suas e de um sobrinho. Marca registrada de Maurício: utilizar parentes e família nos seus personagens e cenários.

No ano seguinte, mesmo com a concorrência com as tiras norte-americanas, os resultados positivos de Maurício começaram a aparecer. As histórias eram na vertical e não apresentavam texto.
Como dito antes, o desenhista passou a utilizar características de seus familiares para compor seus personagens e, além disso, seus filhos passaram a inspirar o nome de alguns personagens da Turma; por exemplo, a filha Mônica foi a primeira a “batizar” um dos integrantes das historinhas. Mas…a Mônica não poderia ficar sozinha, tinha que haver uma companhia, uma amiguinha para ela!
E a personagem Magali – com o nome da outra filha de Maurício – foi criada.

Magali Evolução

A personagem:
Ambas, a verdadeira e a dos quadrinhos, apresentavam apetite grande e um gatinho de estimação. A diferença é que a filha de Maurício possuia um gato siamês, enquanto a outra Magali tinha um gato angorá, chamado Mingau.
Magali apareceu nas histórias no ano de 1963, sendo a comilona da Turma. Sua comida preferida é a melancia, mas qualquer alimento que passar perto dessa menina do vestidinho amarelo, lá vai ela pegar um pouco!
Duas curiosidades: Magali é a única personagem canhota da Turma da Mônica e, nos quadrinhos, sua família é de origem nordestina.

Outro ponto a ressaltar é a paixão dessa mocinha: é um portuguesinho, filho do padeiro (e padeiro prodígio) Quinzinho! Os dois juntos protagonizam histórias fofas, engraçadas e muitas vezes cercadas de ciúme e dramaticidade… ele faz de tudo para conquistar o coração da Magali, tudo mesmo: pãozinho de queijo, sonho, brigadeiro, baguete, bolo, torta e muito, mas muito mais mesmo…
O amor não é lindo?! hahahaha :P

Desde 1989 a personagem tem sua revista própria, com um delicioso cardápio de histórias ;)

Como muitos sabem, brinquedos da marca Turma da Mônica é que não faltam pelas lojas…vão de miniaturas ou agarradinhos até barracas, casinhas…Aqui abaixo temos alguns brinquedos:
Fonte: postagem minha (confiram!), no meu blog:
http://neuroniosagitados.blogspot.com/2011/07/colecionismo-turma-da-monica-contos-de.html

Olha que fofa ela como pastorinha!

Aqui temos ela bebê e o companheiro felino, Mingau!

Mas, como toda criança, a Magali também “cresceu” e faz parte da nova série de revistas e história de Maurício de Souza, a Turma da Mônica Jovem.

Qual das séries vocês preferem?! Eu confesso que tenho Síndrome de Peter Pan em relação à histórias em quadrinhos…
E, como sempre, deixo para vocês um vídeo! Ela se apresentando: Eu Sou A Magali

Ah, e aqui, podem conferir ela como Chapeuzinho Vermelho! http://www.youtube.com/TurmaDaMonicaOnline

Espero que tenham gostado, um forte abraço!
@my_pandoras_box

Fontes de pesquisa:
Site da Turma da Mônica
(Coleção) As melhores histórias da Magali, L&PM Editores, 1991.
Revista Mundo dos Super Heróis com o Dossiê “Maruício de Souza”, Editora Europa, maio/junho de 2011.

Aplicativos para ler suas HQs em tablets ou smartphone

Entre as opções de entretenimento disponíveis para o seu tablet e smartphone, existem as HQs digitais.
Confira aqui alguns aplicativos para desfrutar desta ótima opção de lazer:

Para Apple: o aplicativo Comics
 traz as revistas dos selos Marvel Comics, IDW Publishing, Archie Comics, Dynamite Entertainment e Ape Entertainment, além de obras de outras editoras menores. Basta circular pelas opções do aplicativo para encontrar algumas pérolas do mundo dos quadrinhos.
 Plataforma: iOS 4 (iPad e iPhone)

Para Apple: o aplicativo Comic Zeal é um dos aplicativos do gênero mais antigos para iPhone e oferece diversas opções de leitura. Além disso, pode transferir os quadrinhos do smartphone para o iPad com ajuda do iTunes. 
Plataforma: iOS (iPhone e iPad)

Para Smartphones: o aplicativo Comic Reader Mobi
 foi desenvolvido de olho nos smartphones. Seu desenho favorece a visualização dos quadrinhos em telas menores, facilitando a vida de quem não quer andar com o tablet à mostra pela rua.

Plataforma: Android (preferencialmente smartphones).

Para smartphones e Tablets: o aplicativo Vintage Comic Droid
. Centenas de revistas antigas estão disponíveis gratuitamente para este aplicativo, muitas em preto e branco. Fãs da antiga série de TV Comandos em Ação podem baixar os quadrinhos originais (em inglês) que faziam parte da franquia que divertiu uma geração de crianças.

Plataforma: Android (Smartphones e tablets).

Se você utiliza algum desses deixe sua avaliação em comentários !
Obrigada :D

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