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Semelhanças entre Star Wars e Game of Thrones

As incríveis semelhanças entre Game of Thrones e Star Wars, confira aqui!!

Game of Thrones ganha ação promocional com esqueleto de dragão em praia inglesa

Para promover a chegada da terceira temporada de Game of Thrones no Blinkbox, serviço de streaming inglês que disponibiliza episódios de séries na internet, o site fez uma ação bem chamativa: colocou a escultura de um esqueleto gigante de dragão, com mais de 12 metros de comprimento e 4 metros de altura, na praia Charmouth. O local faz parte da chamada costa jurássica (famosa pelos fósseis de dinossauros) em Dorset, na Inglaterra.

O design e a produção levaram mais de dois meses, envolvendo um time de três escultores, e a obra teve como inspiração a cena em que Arya Stark encontra um esqueleto de dragão nas masmorras de King’s Landing.

Um esqueleto de dragão, do tamanho de um caminhão, colocado durante a madrugada em uma praia do Reino Unido, causando alvoroço na população ao amanhecer e virando notícia no mundo inteiro.

Game of Thrones 1 x 02: The Kings Road

>> Khal Drogo e sua Horda estão regressando pra sua cidade, junto com Taegenarys e Khaleesy. Uma viagem longa e cansativa. O irmão de Khaleesy continua junto com a horda de Drogo , pois ele quer a todo o custo que Drogo se una a ele pra tomar novamente o trono dos 7 reinos.

>> A rainha Baratheon e Jaime Lannister conversam sobre Bran, filho de Ned Stark, deixando no ar que ele deveria ser morto.

>> Querendo se passar por uma boa pessoa, a Rainha Baratheon , aparece repentinamente no quarto onde está Bran e sua mãe. Ela lhe diz que está rezando aos Deuses para que Bran escape da morte e lhe confidencia que já teve um filho que morreu logo no início de seu casamento.

>> Jon Snow, filho bastardo de Ned Stark, vai até o quarto de Bran para se despedir e fica evidente o rancor que existe entre a familia Stark. Ele decide ir para a muralha, para proteger a parte norte dos 7 Reinos, enquanto Ned Stark ruma a capital com sua duas filhas Sansa e Arya, deixando a sua esposa e seus dois filhos em Wintrefel.

>> De volta a horda Dothraki, Khaleesi começa a se interessar pelo seu marido, Khal Drogo, e quer satisfazê-lo.

>> Em Wintrefel as coisas começam a ficar um tanto complicadas, pois com a ausência de Ned, tudo acaba sobrando para aqueles que ficaram na cidade…

>> Bran Stark ainda está em coma ! Nesse meio tempo, alguém entra no quarto onde está Bran e sua mãe e tenta matá-lo com um adaga muito bem trabalhada, mas o seu lobo de estimação ataca matando-o.

>> Depois de mais de um mês trancada no quarto, cuidando de Bran , Lady Stark vai fazer algumas investigações e acaba vendo que algo de errado aconteceu e que Bran não caiu da torre, mas foi empurrado janela abaixo.

>> Ela então decide ir até a capital contar a seu marido as suas descobertas, deixando o Reino do Norte sob os cuidados de seus filhos.

>> Ainda em Wintrefel, Sansa se apaixona por Jofrey. Enquanto passeavam, eles vêem Arya e Mycah, brincando de cavalheiros com espadas de madeira, e o Príncipe , para se exibir, acaba chamando o filho do carniceiro e o desafio para um duelo. Arya defende seu amigo e Nymeria , o lobo de estimação de Arya ataca Jofrel mordendo-lhe a mão.

>> Após isso acontecer, Arya é procurada por todos os lugares e assim que é achada, é enviada a Robert Baratheon, que quer saber o que realmente aconteceu, e a única que pode dizer é Sansa, mas ele mente, dizendo que Arya e Mycah atacararam Jorffey. Porém, a Rainha quer ver o lobo morto, mas como Nymeria tinha fugido, Lady, o lobo de Sansa, é sacrificado, por Ned Stark.

>> Nesse exato momento Bran, volta do coma …..

GoT

@flaviograzioli

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A Guerra e a História dos Tronos by @EmanuelCR

Falar de um seriado – ou série de romances… – como Game of Thrones é uma tarefa muito complicada. Primeiro, o melhor seria saber tudo sobre tudo: assistir o seriado até o series finale, ler todos os livros e contos e, daí, escrever um artigo sobre… Como não rola – e já estou atrasado com isso… –, vou tornar isso um parecer mais pessoal. Além do mais, tendo lido os dois primeiros livros da série, não corro o risco, assim, de estragar a experiência de leitores e telespectadores.

Inicialmente, devo admitir que, como muitos nerds de longa data, ignorei a série. Muito antes da série da HBO ser anunciada, tive contato com o primeiro livro. Vi a ilustração da capa, o suposto nome do autor e o título do livro e… Bom, “dane-se esse chupinhador de Senhor dos Anéis”, pensei. E continuei minha vida normalmente, até que alguém, no Twitter ou coisa assim, divulgou o teaser da primeira temporada…

E fui fisgado! Não pela ambientação fantástica, mas, principalmente, pelo visual e a atmosfera de paranóia e conspiração que as “frases de efeito” de cada personagem proporcionavam. Outro coisa que me chamou, de imediato, a atenção foi a diversidade de motivações e de personagens… Ninguém ali, mesmo os aparentados, estava alinhado.

E, como muita gente nesse mundo de novos e antigos deuses, comecei a assistir a série religiosamente – perdão pelo trocadilho… E não tinha como não gostar daquilo tudo! Ora, um mundo onde uma estação climática era uma das coisas mais temidas por todos só podia ser muito legal, afinal! E como, sabiamente, muitos notaram, é aquilo de obra que converge tudo que um nerd gosta – e já explico melhor! Afinal, como obra literária, as Crônicas de Gelo e Fogo são densas, repletas de tons e com ramificações que deixariam Tolkien surpreendido, certamente! Por isso, em alguns poucos tópicos, tentarei estabelecer coisas impactantes.

Mas sem spoilers, calma! :D

Diversidade

Provavelmente, a primeira coisa que fica bem clara, esteticamente, em Game of Thrones é que, como em nossa realidade, tem gente de todo cor, tem raça de toda fé. Por exemplo, mesmo sendo todos caucasianos, a diferença entre um Stark e um Lannister é evidente – e muito verossímil, portanto. O povo do Norte é descendentes dos Primeiros Homens, segundo o próprio folclore de Westeros e, assim, são gente forte e convicta, bem ao exemplo de Lorde Eddard. Os leões dourados, por sua vez, descendem, supostamente, de um ladrão ambicioso ávido por ouro – Larfleeze, alguém? – e que deixou essa “herança” à toda família. E o que dizer dos Targaryen? Originalmente, além dos cabelos prateados, muitos têm olhos violetas. Vindos da antiga Valíria, poderíamos criar um paralelo com os mitos da Atlântida, Mu e Lemúria, talvez.

Por fim, que prova maior da diversidade do que os dothraki? Além de representarem, praticamente, uma versão dos hunos, possuem, por falta de expressão melhor, uma interracialidade presente em poucos povos da obra. Afinal, são um povo nômade e escravocrata, propiciando essa miscigenação… E para evitar problemas, não citarei os cranogmanos e nem Asshai.

Religião

Talvez ainda mais similar à realidade, mas bem comum em obras de fantasia, é a questão religiosa. No Norte, os antigos deuses possuem a maioria dos fiéis, o que não impede, porém, que Catelyn Tully louve aos novos deuses, os Sete. Com uma estrutura que quase lembra o catolicismo, os Sete – sete facetas da mesma entidade, na verdade – são comuns entre os povos do Sul e, também, no reino dos Rios. É uma religião cheia de signos, diferente da antiga, onde as divindades são naturais e, de certa forma, representadas em conjunto somente pelos rostos nas árvores-coração.

Os dothraki, também, possuem sua fé; louvam a Mãe da Montanha, pois todos os homens estão sob sua sombra… Aliás, os rituais que Dany supera, o dosh khaleen e a questão do Garanhão que Montará o Mundo estão, nesse conceito, imbuídos. A grosso modo, Drogo e os dothraki acreditam na dominação do mais forte, aspecto fortemente representado em Vaes Dothrak: lá, inúmeros ídolos divinos dos povos que os khalasar destruíram estão expostos como troféus.

Contudo, não termina por aí: nas ilhas de Ferro, de onde Theon Greyjoy se origina, há um deus muito lovecraftiano… E ele nem é o pior, mas não posso falar sobre isso, ainda. ;)

História e Política

Esses aspectos não ficam tão evidentes para quem, enfim, não leu os livros. Mesmo que abordados mais sutilmente no seriado, é inegável que, mesmo antes da primeira linha do livro – ou do roteiro –, sabe-se que tudo ali é repercussão de um processo histórico. A formação de um continente como Westeros é, muitas vezes, mencionada em conversas informais. Tyrion Lannister – personagem preferido de 9 entre 10 fãs – é, entre outros, um profundo conhecedor desta História e, também, de falácias históricas, citando-as para favorecê-lo ou desacreditar seus rivais em discussões – na real, o Duende é um nerd medieval.

Curiosamente, o desajeitado Sam Tarly é uma espécie de historiador iniciante: extremamente curioso quanto às origens da Patrulha da Noite, dá uma bela descrição, em poucas frases, daquilo que conhecemos como historiografia. E, num mundo de maravilhas, como culpá-lo? Como não querer conhecer a verdade por trás de tantas facetas? Na verdade, é pelo mesmo motivo que os fatos se misturam com as fábulas, o que a Velha Ama dos Stark representa conceitualmente (Só porque não posso deixar passar quieto: em dado momento do livro, Ned Stark comentou com um de seus filhos que, quando ele era menino, a Velha Ama já era velha.).

E, talvez, a Patrulha da Noite seja o melhor ponto de partida para compreender como a política influi nesse mundo. Pessoalmente, meu item preferido desta obra, a Patrulha é conhecida por “não se envolver”. Está lá desde que os Reis do Norte dobraram joelho aos dragões Targaryen, e não se envolve com as intrigas dos Lannister, de Mindinho e de Varys, a Aranha, com as inúmeras guerras… Afinal, aqui, política se tornou um meio de alcançar, tão somente, objetivos mesquinhos. Casamentos são forjados e alianças desfeitas para que, simplesmente, atenda-se uma agenda de interesses. O casamento de Dany foi isso – e, no livro, ocorre quando a mesma tem apenas 14 anos – de Cersei e Robert também, assim como a traição de Mindinho e as mortes de Jon Arryn e Eddard Stark – vai além do incesto! Entretanto, como surgimento de vários “reis” e conflitos que beiram, em alguns pontos, a obscuridade, política torna-se uma espécie de “arte da guerra”…

O fantástico e o desconhecido

Provavelmente, foi isso que fisgou a maioria dos leitores e dos telespectadores: a fantasia é um ponto tão desconhecido para os personagens como para nós. Por exemplo, tanto o livro quanto a série – e a vindoura revista em quadrinhos – começam com o embate de alguns partrulheiros com os Caminhantes Brancos. O que são eles? O que querem? Se formos considerar a Velha Ama, são forças infernais que odeiam o Homem. Embora se diga que eles, os gigantes ou os filhos da florestam tenham se batido ou convivido com os Primeiros Homens, milhares de anos atrás, todos são dados como mortos e extintos. Só que, dessa forma, como explicar a aparição de uma loba gigante e seus seis filhotes? Ou dos mortos se erguendo para assassinar o comandante Mormont da Patrulha da Noite? E os “filhos” de Daenerys? Sem falar nas coisas que vivem Para Lá da Muralha… Enfim, assim como nós, fãs, o seu personagem favorito precisa, também, em maior ou menor medida, aprender a lidar com essa nova realidade.

Não sei de vocês, mas sou um leitor contumaz de fantasia. Percebo, nessa obra, algo que falta em muitas outras: tornar esse “fantástico e desconhecido” algo crível. Obviamente, você não espera (Infelizmente…) encontrar ovos de dragão pela rua, mas esse desenvolvimento faz com que, aos poucos, você aceite a “magia”, de lendas verdadeiras e muitos horrores.

Cotidiano

Talvez, “cotidiano” não seja o termo correto para definir esse ponto, mas… Ao meu ver, é quase certo que ele engloba todos os aspectos anteriores. Exceto por raros exemplos – inclusive da literatura fantástica – você não observa pessoas como você lidando com mortos-vivos e entidades (Ou, ao menos, eu espero que você não lide…). E as Crônicas têm exatamente isso: pessoas como eu e você.

Dentro de toda essa esfera de conspiração, morte, batalhas medievais e seres fantásticos, temos pessoas que se deprimem, que têm medo, que são exageradamente ricos, que vivem a extrema miséria… Pessoas que riem, sofrem, fazem o bem, fazem o mal, transam e que, com o perdão da expressão, embora conste nos livros, só querem ter a liberdade de comer e cagar sem se preocupar com guerras de reis ou com a ameaça dos Outros. George R. R. Martin, o autor, fez um trabalho muito louvável ao dar todo esse espectro a todos seus personagens e ao ambiente em que vivem. Considero que, inclusive, isso foi fortemente representado com Arya Stark.

Além de ter uma personalidade toda característica, fugindo do esperado para uma menina e para uma nobre, fica muito claro que Arya convivia muito bem com os “plebeus” e subordinados de sua família. No livro, um antigo apelido seu era “Arya Debaixo dos Pés”, por ter um contato direto e amigável com todos que viviam em Winterfell, mesmo os mais humildes. Mais tarde, seu relacionamento com Syrio Forell e, quando da prisão e execução do pai, sobrevivendo nas ruas, mostrou-se algo pouco usual. Similar ao Batman de Chris Nolan, Arya conviveu com a mendicância, com a sujeira, com o crime e com o desespero de não ter proteção ou abrigo algum – entre os miseráveis da cidade, churrasquinhos e sopas de pombo, rato ou cão são bem comuns. Sem falar que, em uma cidade como Porto Real, poderia ter sido assassinada, estuprada ou coisa pior. No livro, fica bem claro como ela enfrenta até ser encontrada por Yoren da Patrulha da Noite e, mesmo assim, a coisa não fica mais fácil…

Outro ponto válido, nesse quesito, é a como sexo e sexualidade são abordados. Mais presentes no seriado que no livro, relações carnais representam, também, relações de poder, como estabelece a situação dos bastardos de Robert Baratheon… Claro, nem tudo é belo e, sobretudo, consentido: estupros e casamentos forçados são prática comum, como já foi em nossa cultura e, infelizmente, é na cultura de outros países. Entretanto, não deixa de ser bonito, de certa forma, quando vemos Tyrion e Shae, Cersei e Jaime – apesar dos pesares – ou, até mesmo, Renly Baratheon e sor Loras (É quase como se Nelson Rodrigues escrevesse fantasia…). Embora a cena em questão não apareça nos livros, ponto para Martin e a produção ao mostrar que, mesmo num mundo de Caminhantes Brancos e dragões, você pode optar pelo que lhe atrai – em outros mundos de fantasia, a existência da homossexualidade nem seria cogitada, isto é.

E a violência atrai, também. Aqui, cito o “relacionamento” entre os irmãos Sandor e Gregor Clegane: Gregor, a Montanha que Cavalga, feriu gravemente Sandor, o Cão de Caça, apenas pela gratuidade do ato. No livro, o ódio de Sandor pelo irmão é muito mais palpável, e se percebe, também, como a Montanha é um homem atroz e monstruoso. Assim, acredito que os homens comuns de Westeros e além são muito mais preocupantes que o Rei de Para Lá da Muralha ou os poderes de uma maegi como Mirri Maz Durr… Falando nela, a presença de tanto rancor, ressentimento e ódio tornam, também, a obra mais crível: como culpar os atos de uma pessoa que, além de agredida e violentada, perdeu tudo que conhecia?

Claro que, apesar dessa ótica cruel – que nós também vivemos, afinal existe um amor como o de Dany por Khal Drogo e de Catelyn Tully por seu marido e filhos. Ou a dignidade, honra e lealdade que só um homem como Eddard Stark pode expressar.

Enfim, essas poucas linhas não representam a totalidade de As Crônicas de Gelo e Fogo ou do seriado de Game of Thrones. Só não tínhamos como não gostar de algo que junta era medieval, História, política, guerra, dragões e zumbis! É tudo extremamente excelente e, como leitor, foram poucas as vezes que me sinto com um “participante” dessa história… Não é à toa que, hoje, é um considerado uma das melhores obras literárias e está entre os melhores seriados dos últimos anos.

Curiosidades:

- No seriado, são citados os nomes dos lobos gigantes de Jon Snow, Arya, Sansa e, muito rapidamente, Rickon: Fantasma, Nymeria, Lady e Cão Felpudo, respectivamente. No livro, sabemos que o lobo de Robb Stark chama-se Vento Cinzento e Bran, por sua vez, ao sair do “coma”, nomeia o seu como Verão.

- Sim, como escrito acima, Cão de Caça tem nome; Sandor. E, aparentemente, cultiva uma “paixonite” por Sansa Stark…

- Diferente do seriado, Osha sabe muito mais sobre Para Lá da Muralha e seus perigos. Na cena em que se defronta com um Hodor nu, cogita a possibilidade do mesmo possuir “sangue dos gigantes”.

- Ora, Hodor também tem nome! E não é “Hodor”! :D

- Se os Caminhantes Brancos fossem apresentados, no seriado, como são descritos no livro, estouraria o orçamento…

- Nunca confie em Mindinho.

- Já no primeiro livro, fala-se de Mance Rayder, o Rei de Para Lá da Muralha. Comandante Mormont e a Patrulha da Noite – melhor cena do último episódio, ao meu ver! – marcham para confrontá-lo, também.

- No final do último do episódio, é sor Jorah Mormont que pronuncia “Sangue do meu sangue!”, ao ver Daenerys erguer-se das cinzas acompanhada pelos três dragões. Porém, no livro, quem diz isso são Jhogo, Aggo e Rakharo. Afinal, ela se autoproclamou khal e, a eles, seus kos, os companheiros de sangue.

- Falando nisso, Dany não pode mais ter filhos.

Sobre o Autor:
Emanuel Cantanhêde é desenhista, professor e pretende deixar currículos para se tornar Caminhante Branco. Leu A Guerra dos Tronos em 5 dias e, no tempo livre, xinga muito os Lannister no Twitter.

@EmanuelCR

Game Of Thrones: Resumo Episódio 1

Batalhas épicas, paisagems alucinantes, personagens envolventes, mortes, sangue escorrendo, cavalos, sexo…. se vc curte tudo isso ainda por cima quer uma historia envolvente e viciante Games of Thrones é a sua serie.

A Série é produzida pela rede de Tv HBO,com primazia, trazendo a atenção das pessoas para uma trama, onde força e poder, não querem dizer nada ante a corrupção e traição. Baseada no classico A Song of Ice and Fire, escrito pelo escritor americano George R. R Martin . O livro, gerou alguns filhotes como um jogo de cartas colecionáveis, um jogo de tabuleiro e RPG.

No primeiro episódio, entramos de cara no reino de Wintrefel, comandado pela família Stark, onde Ned Stark, é o líder daquela província e o Guardião do Norte. O Rei Robert Baratheon, amigo de Stark, viaja até Winterfell, com sua família, para lhe oferecer o cargo de Mão do Rei, sendo ele desginado como o principal conselheiro e comandante militar do Reino todo. Mão do Rei é um cavaleiro designado para tomar as decisões gerenciais do Reino. Ele usa um broche com uma mão segurando uma lança de espada.

Nesse meio tempo a esposa de Stark, Catelyn, recebe uma carta onde diz que a Mão do Rei anterior Lord Jon Arryn fora assassinato, articulado pela Rainha Cersei e a poderosa família Lannister. Acidentalmente, o Filho de Ned Stark vê a Rainha Cersei e Jaime Lannister transando, e por “amor” Jaime Lannister derruba o menino Bran do alto da torre. Após alguns dias em coma, ele acorda sem se lembrar de nada do que aconteceu, porém fica paralítico da cintura para baixo.

Próximo post tem mais pessoal ..

GoT
Flavio Grazioli

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