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Space Ghost

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Space Ghost estreou na televisão em 1966 na CBS, dividindo um espaço com o intragável Dino Boy. O design do personagem ficou por conta do quadrinista Alex Toth (o desenhista da capa do último número de Batman Preto e Branco). Mas quem diabos era, afinal de contas, Space Ghost? Bem, ele era herói intergaláctico, que parecia ser uma espécie de policial espacial. Ele era poderoso, gentil, e tinha aquela voz de super-herói metido a besta, tipo o Johhny Bravo. O queixo ao estilo Batman: The Animated Series não deixava dúvida. E lá ia Space Ghost cruzando o espaço em seu Cruzador Fantasma. Ninguém sabe direito qual seria a origem do defensor do Universo, muitos acham que ele seria um cientista genial que criou o uniforme e as pulseiras energéticas. Outros, dizem que ele seria membro de um polícia galáctica que tem vários agentes ao redor do Universo.

Graças a sua aparência humanóide, presume-se que ele seria um terráqueo. Só que todos sabemos que ele não morava na Terra, porque ele vivia no clássico Planeta Fantasma (Ghost Planet), um pedaço de nada localizado em algum lugar próximo da Terra. Nas luxuosas dependências de seus quartel-general, Space Ghost contava com alojamentos, sala de comunicação, toda uma penca de computadores super avançados, sala de radar e até um hangar (também conhecido como garagem de avião) para deixar o Cruzador Fantasma, além de uma redoma de força impenetrável que não deixava ninguém se aproximar de lá.

Mas não era só: ele tinha poderes especiais. Seu uniforme lhe dava poder de voo (ele podia voar mais rápido que o Cruzador Fantasma), e ele também podia contar com o indefectível botão de invisibilidade no cinto, que por sinal também criava um campo de força impenetrável ao redor dele. Além do comunicador acionado no símbolo que parece prender a capa, o Space ainda levava a maior sorte, pois aquele uniforme de bailarino russo protegia-o das pressões espaciais e até debaixo d’água! Mas tem mais: o Space Ghost ainda tinha a capacidade de, se conseguisse se concentrar, teleportar-se, transformando todos os átomos de seu corpo em energia!! Só que as armas mais legais do Space eram, com certeza, as pulseiras energéticas, que, como o cinto do Batman, tinham mil e uma utilidades. Tinha raio laser, raio hipnótico, raio de calor, raio de frio, raio sonoro, raio de eletrochoque, raio de antimatéria, campo de força, e algumas vezes até podiam criar portais para viagem no tempo e no espaço!!! Haja, hein?

Mas seu principal meio de locomoção era mesmo o Cruzador Fantasma, a navezinha que podia atingir velocidades inimagináveis, e que ainda tinha mais uma quantidade imensa de armas malucas, que iam desde raios de calor a mísseis teleguiados, passando por um rádio que podia captar quase todas as frequências conhecidas do Universo. Teve pelo menos duas versões de Cruzador Fantasma: de formas mais arredondadas e de cor laranja e uma outra versão mais “quadradona”, de cores claras.

Mas Space não combatia a escória do universo? Sozinho não! Ele tinha um companheiro ajudando ele sempre. O primeiro deles era o menino Jace, um jovem de aproximadamente 15, 16 anos, que parecia ser um espécie de Robin para o Space. Jace tinha uma irmã gêmea, Jan, uma menina bonitinha e tão inexperiente quanto ele. Completava a equipe o macaquinho-mala Blip, que sempre entrava numas de colocar Space e Cia. em problemas. O jeito que ele falava era sensacional, aliás, como todas as onomatopéias que a Hanna-Barbera fazia em seus desenhos clássicos. Os três tinham um cinto de invisibilidade, uma aparelho de comunicação para pedirem socorro ao clone do Overman, e um pequeno jatinho nas costas para poderem voar fora do Cruzador Fantasma. Ah, é claro! Jan e Jace também contavam com uma vespa cósmica, uma motocicletinha voadora para voar ao lado do Crusador, se eles assim quisessem.
Como todo bom herói, Space Ghost tinha uma galeria de vilões. O principal deles era o louva-deus gigante e verde conhecido também por Zorak, líder de uma raça dominadora que já tentou, inclusive, tomar o planeta Quazar, dos Herculóides. Outro inimigo famoso era o cruel pirata espacial Brak. E tinha ainda o mestre da lava vulcânica, o poderoso Moltar.

Space Ghost ainda tentou voltar a ativa nas telas de tevê como combatente do crime ao redor do Universo, com uma série de novos episódios produzidos para que ele dividisse um espacinho com os Herculóides. Mas logo acabou, e o dito cujo acabou caindo no inevitável limbo dos heróis. Até que o canal de desenhos Cartoon Network resolveu dar uma chance ao nosso velho mascarado, oferecendo-lhe a oportunidade de apresentar um talk-show. E como emprego não tá fácil nem no espaço sideral, ele aceitou de primeira. Para ajudá-lo, ele resolveu propor um trato ao seu velho inimigo, Zorak: se o louva-deus fosse o lider da banda de palco do programa de Space, todos os seus crimes seriam esquecidos e ele seria libertado da Prisão Ômega. O verdinho nem pensou duas vezes, e aceitou.
Já o pirata espacial Brak, cujo forte nunca foi a inteligência mesmo, levou seus profundos ditados populares para dividir com Space Ghost o programa Cartoon Planet, outro que veio do sucesso de Space Ghost de Costa a Costa. O último membro da equipe é Moltar, que é o produtor do talk show, controlando tudo da ilha de edição

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